domingo, 20 de agosto de 2017

EM HOMENAGEM AOS 48 ANOS DA EMBRAER, PILOTOS FAZEM VOO COM TRAÇADO EM FORMA DO LOGOTIPO DA EMPRESA NOS EUA

No aniversário de 48 anos da Embraer, pilotos que faziam um voo teste nos Estados Unidos fizeram uma homenagem traçando no céu a logomarca da empresa. O voo durou cerca de quatro horas e percorreu sete americanos estados neste sábado (19). 
 
De acordo com a empresa, a aeronave fazia um voo de aceitação, em que é feita uma rota para demonstração do desempenho ao cliente. A rota feita pelos pilotos formou a logomarca da empresa, em uma homenagem aos 48 anos da produtora brasileira de aviões, que tem sede em São José dos Campos. 

Para formar a imagem, os pilotos saíram de Nashville, no Tennessee, onde há um centro de manutenção da Embraer. O voo começou às 10h15 e a rota passou por outros seis estados: Kentucky, Indiana, Illinois, Iowa, Nebraska, Missouri. 

No plano de voo, a aeronave ainda retornou passando novamente por Illinois, Kentucky e terminando no Tennessee, às 14h53. A aeronave usada foi um Embrear 190, que tem média de voo de 900 Km/h.

Fundação

O engenheiro Ozires Silva , um dos fundadores da Embraer, lembrou o início da empresa em um vídeo publicado neste sábado. "Quando nós começamos, a dúvida era enorme. Se nós não estamos fabricando nem bicicletas, como esse sujeito quer fazer aviões?", diz.
"Vocês devem isso ao passado e ao futuro de vocês. Se vocês se dedicarem intensamente ao que estão fazendo agora, vão ver frutos disso. Valeu a pena, foi um esforço que foi compensado. E a compensação se chama simplesmente: sucesso" diz. 

fonte/foto/G1
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APÓS 48 ANOS, EMBRAER MATÉM EQUIPE QUE PROJETA AVIÃO DO FUTURO




Há um grupo de engenheiros, designers e pesquisadores pensando no avião que você voará daqui a 10, 20 ou 30 anos. Ao completar 48 anos neste sábado, 19 de agosto, a Embraer está interessada em celebrar a sua história mantendo a eficiência em seus negócios, e isso pressupõe olhar para o futuro.
Terceira maior fabricante de aviões do planeta, a companhia mantém um núcleo criativo estudando o avião do futuro. Eles trabalham com softwares ultramodernos, plataformas de 3D e 4D, interatividade digital e ferramentas que até os Jetsons achariam novidade.

SEM JANELA.
Pouca coisa sai de lá para olhos de fora da empresa. É sigilo industrial, claro. Mas OVALE conseguiu algumas informações interessantes. Por exemplo, os aviões devem perder as janelas dos passageiros para que as aeronaves fiquem mais leves. O cenário exterior seria projetado em painéis digitais internos.

Materiais como fibra de carbono vêm sendo testados para tornar a fuselagem mais leve e eficiente. Novos motores estão em desenvolvimento, também com foco em aumentar a força, eficiência e reduzir as emissões de gás do efeito estufa, como CO².

Uso mais intenso de robôs na linha de produção, programas de controle digital de peças e melhores maneiras de prensar partes do avião são exemplos de mudanças na montagem das aeronaves.

Para o futuro, a companhia pensa em tecnologias que propiciarão um salto de qualidade nos aviões. Uma delas é a das turbinas 'open rotor' (rotor aberto), que têm até 25% de eficiência em relação à configuração atual e devem estrear lá por 2030. Outras são a operação de um único piloto na aeronave (single pilot), os biocombustíveis e a conectividade dentro dos aviões.

Em entrevista no ano passado, antes de deixar em definitivo o comando da empresa, Frederico Curado vaticinou: "Ao embarcar daqui a 20 anos, o passageiro deverá ter melhores condições a bordo, como diferencial de pressurização, ruído e umidade do ar, e poderá se conectar como se estivesse em solo, tudo isso com mais segurança e com operações mais eficientes".
É ver para crer. Ou melhor, voar.

fonte/OVale/foto/Divulgação

CONSÓRCIO VOA SÃO PAULO, ADMINISTRAÇÃO QUE ESTÁ DANDO CERTO EM 5 AEROPORTOS PAULISTAS

Uma operação menor, em um cenário econômico melhor e com o apoio de mais investidores. Para Othon Ribeiro, presidente do consórcio Voa São Paulo, o modelo de negócio adotado nas outorgas do Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas (SP), e de outros  quatro aeródromos do Estado, que neste sábado (19) completam um mês, é diferente daquele que naufragou em Viracopos, onde os administradores decidiram devolver a estrutura ao governo.

"Nossa operação é bem pequena em relação a Viracopos, e o investimento é pequeno em relação ao consórcio todo", defende Ribeiro. 
 
A Voa São Paulo venceu o leilão para administrar por 30 anos o Aeroporto Campo dos Amarais e estruturas das cidades de Bragança Paulista (SP), Jundiaí (SP), Itanhaém (SP) e Ubatuba (SP). O investimento previsto é de R$ 93 milhões. 

Para efeito de comparação, Viracopos, primeiro aeroporto de grande porte do país a ser operado por empresas, foi arrematado pela Aeroportos Brasil em 2012 por R$ 3,821 bilhões. 

Na avaliação de Ribeiro, a crise econômica, "uma das maiores que existiu na história do Brasil", foi apenas um problemas enfrentados por Viracopos. "No caso da concessão de Viracopos, um dos sócios entrou em uma situação financeira complicada, e isso criou essa necessidade de encerrar o contrato." 

O presidente do Voa São Paulo destaca que além de se tratar de uma operação menor, haverá aportes fora da concessão. "Vamos ter vários outros investidores para as operações ao redor dos aeroportos. Estamos tranquilos. O Brasil começa a dar sinais positivos de melhoras."

Campo dos Amarais

Maior aeroporto entre os cinco administrados pela Voa São Paulo desde o último dia 19 de agosto, o Campo dos Amarais, em Campinas (SP), receberá investimentos de R$ 28,6 milhões. Obras de ampliação e melhorias começam em março de 2018. 

"A pista será ampliada na primeira fase de 1.650 metros para 2 mil metros, e a reforma do pátio também será feita. A previsão de conclusão é de um ano e meio", destaca Ribeiro. 

O potencial econômico dos Amarais, no entanto, não está apenas na aviação. "O aeroporto tem muita área para desenvolvimento imobiliário. Vamos criar hotel, trazer empresas de logística, negócios que, de alguma forma, também atendam a comunidade ao lado", diz o presidente. 

A exploração do potencial imobiliário é necessária, afirma a concessionária, para viabilizar o negócio. "O aeroporto por si só, em tarifa, não tem sustentabilidade econômica. Vamos agregar negócios para gerar receitas e continuar os investimentos necessários", completa Ribeiro.

Primeiro mês

Depois de regularizar a documentação necessária, a Voa São Paulo iniciou a transição da gestão dos cinco aeroportos. No primeiro mês, a gestão segue com o governo estadual, e é monitorada pela nova administradora. Os papéis se invertem no mês seguinte. "Entre outubro e novembro, a gestão passa a ser exclusivamente da Voa São Paulo", informa Othon Ribeiro.
Em nota, o Departamento Aeroviário do Estado (Daesp) destaca que "o processo de operação assistida do Aeroporto Campo dos Amarais (Campinas) junto à concessionária Voa São Paulo será de 90 dias."
"Neste período está sendo feita a troca de informações técnicas, operacionais e financeiras do aeroporto, que envolve movimentação de aeronaves, sistema de cobrança de tarifas, controle de acessos, contrato com concessionários, entre outros assuntos", informa o Daesp.

Raio-x dos aeroportos

  • Campo do Amarais (Campinas): Segundo a Artesp, há pista de 1,6 mil metros, terminal de passageiros com 230 m² e estacionamento para 50 veículos. Opera com aviação geral (executiva e táxi aéreo) e, durante 2015, foram registrados 9,7 mil passageiros e 49,3 mil aeronaves.
  • Artur Siqueira (Bragança Paulista): Há pista de 1,2 mil metros, terminal com 225 m² e estacionamento para 76 veículos. Atende demandas de voos executivos e, durante 2015, teve 36,6 mil passageiros e 37,1 mil aeronaves.
  • Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí): Tem pista com 1,4 mil metros, terminal com 500 m² e estacionamento para 50 veículos. Há operações de voos executivos e, durante 2015, recebeu 11,6 mil passageiros e 81,2 mil aviões.
  • Tem pista com 1,4 mil metros, terminal com 500 m² e estacionamento para 50 veículos. Há operações de voos executivos e, durante 2015, recebeu 11,6 mil passageiros e 81,2 mil aviões.
  • Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém): Apresenta pista de 1,3 mil metros, terminal de passageiros com 1.560 m² (500 m² do Daesp e 1.060 m² da base da Petrobras) e estacionamento para 50 veículos. No ano passado, a estrutura contabilizou 14,3 mil passageiros e recebeu 15 mil aeronaves.
  • Gastão Madeira (Ubatuba): A pista do aeródromo possui 940 metros, terminal de passageiros com 70 m² e estacionamento para 15 veículos. Em 2015, recebeu 260 passageiros e 3,4 mil aeronaves.
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  • fonte/G1

C-130 DA FAB É DESMONTADO NA ANTÁRTICA

Após mais de dois anos "encalhado" na Antártica, o avião Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira foi desmontado e transportado de volta ao Brasil em fevereiro deste ano. As imagens do processo foram divulgadas FAB, a pedido do G1. 

O acidente ocorreu com a aeronave em 27 de novembro de 2014, na Ilha Rei George. O cargueiro que transportava militares e civis pousou de barriga, o que provocou danos em uma de suas hélices e nos trens de pouso. O impacto não deixou feridos, mas causou vazamento do combustível.
Desde então, o Hércules C-130 estava no território antártico. De acordo com especialistas, o fato de o país manter a aeronave por lá estaria ferindo o Tratado Antártico, que rege as atividades na região e proíbe os Estados-membros de deixarem resíduos em qualquer parte do território, com biodiversidade considerada sensível a impactos ambientais. 

A FAB enviou uma equipe de técnicos e mecânicos para desinterditar a pista. Alguns equipamentos foram removidos e o avião foi colocado em posição segura, com instabilidade. Em seguida, foram avaliadas quais eram as possibilidades de reparo. Na época do acidente, a Aeronáutica afirmou que os vazamentos fluidos foram contidos e que todos os resíduos foram recolhidos logo após o pouso.

Estudos foram realizados no Hércules. Foram consideradas as seguintes possibilidades: retirar a aeronave em condições de voo; desmontá-la para transporte; e o aproveitamento de equipamentos, com retorno ao Brasil, e o corte da fuselagem no local. 

A FAB informou que considerou as adversidades climáticas do continente, as limitações logísticas, os riscos operacionais e, principalmente, os custos envolvidos na hora de decidir qual destino levaria do cargueiro. Eles chegaram à conclusão que o melhor era a terceira opção citada acima. 

O efetivo corte e o descarte das partes que não eram aproveitáveis foram feitos entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017. Tudo que era possível de ser recuperado e reutilizado foi enviado de volta ao Brasil. O espaço onde estava preso o avião foi completamente limpo, de acordo com a FAB, e os resíduos foram embarcados em contêineres. O Navio Ary Rongel da Marinha do Brasil apoiou todo o processo. 

fonte/foto/g1


JATO EXECUTIVO CAIU NO MAR DA VENEZUELA


Um jato executivo Learjet 25D, registado na Venezuela, matrícula YV-3191, despenhou-se na madrugada deste sábado, dia 19 de agosto, no mar, numa zona costeira do Estado Vargas, estando desaparecidos os três passageiros e dois tripulantes, cinco homens de nacionalidade venezuelana, confirmou o ministro do Interior, Néstor Reverol, na sua conta de Twitter.

Segundo as notícias disponíveis, nomeadamente da imprensa de Caracas, o avião tinha descolado do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, pelas 00h11 deste sábado, com destino ao Aeroporto José António Anzoategui, na cidade de Barcelona, Estado Anzoategui.

Alguns destroços do avião e marcas de combustível derramado foram encontrados no mar na manhã deste sábado pelos Serviços de Resgate (SAR), em alto-mar, frente às instalações do Clube Puerto Azul, em Caraballeda, no Estado Vargas, a poucas milhas do aeroporto de onde descolara.
O avião foi construído em 1984 e pertencia a um grupo privado.

fonte/NewsAvia/foto/© Nito/www.jetphotos.net

HELICÓPTERO DE COMBATE A INCÊNDIOS CAI EM VISEU - PILOTO MORREU


Um helicóptero AS350B2 Écureuil, ao serviço da empresa portuguesa Everjets, caiu ao princípio da tarde deste domingo, quando combatia um incêndio em Cabril, concelho de Castro Daire, distrito de Viseu, na região Centro de Portugal. O piloto, de nacionalidade portuguesa, era o único ocupante da aeronave e faleceu no acidente.

O aparelho tem matrícula da Estónia (OE-XTM) e estava colocado no Centro de Meios Aéreos de Armamar, no distrito de Viseu, no interior norte de Portugal. Segundo relatos da imprensa portuguesa o helicóptero tinha desembarcado no Cabril, uma equipa do GIPS, grupo de especialistas em fogos florestais da Guarda Nacional Republicana.

Segundo fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) esclareceu à agência noticiosa portuguesa ‘Lusa’, a aeronave embateu em cabos de alta tensão, caiu e incendiou-se, tendo o piloto ficado preso no aparelho.

Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional da Proteção Civil, em Cabril lavra um incêndio que estava ao início da tarde a ser combatido por 92 operacionais, 18 veículos e três meios aéreos.

fonte/NewsAvia
foto/© Carlos Seabra

sábado, 8 de julho de 2017

TAAG PODERÁ OPTAR POR AERONAVES EMBRAER E190 PARA OS VOOS DOMÉSTICOS


A TAAG – Linhas Aéreas de Angola continua a lutar contra um ambiente operacional difícil em África, disse recentemente o administrador-executivo da transportadora aérea angolana, William Boulter, em entrevista exclusiva à revista ‘Air Transport World’ (ATW).
“Angola está muito ligada à indústria do petróleo. Para a TAAG, a maior questão é a falta de divisas no investimento “, disse.
“Os nossos últimos resultados financeiros incluíram um efeito financeiro único que não estará disponível este ano. 2017 é um desafio”, referiu William Boulter. “Há crescimento no primeiro trimestre. A carga também mostra uma ligeira melhoria. No entanto, o mercado ainda está para baixo, o que afeta diretamente o balanço patrimonial “.

Devido à situação financeira, a TAAG não é capaz de fazer atualizações e melhorias necessárias na cabina de passageiros. Os três Boeing 777-200ER com 10 anos de existência precisariam de uma reestruturação. “Nós ainda não temos o dinheiro. As reduções nos custos vão ter de continuar”, acrescentou o administrador-executivo da companhia angolana à ATW.

Nesta entrevista à revista norte-americana, William Boulter, que é um dos administradores nomeados pela Emirates para recuperar a TAAG, disse que o uso de jatos regionais em Angola, como os Embraer E190, seria mais económico em vez dos atuais Boeing 737-700. 

Por isso,
Por isso, mencionou que os E190 da Embraer seriam uma escolha inteligente para substituir os B737-700.
A TAAG voa presentemente para 31 destinos domésticos e internacionais com uma frota de 13 aviões Boeing 737-700 e Boeing 777-200/300ER. Nos últimos dois anos a companhia reduziu o pessoal de 3.900 para 3.300, mas William Boulter considera que a companhia aérea nacional de Angola ainda está com excesso de pessoal.

fonte/foto/NewsAvia

EM HOMENAGEM AOS 48 ANOS DA EMBRAER, PILOTOS FAZEM VOO COM TRAÇADO EM FORMA DO LOGOTIPO DA EMPRESA NOS EUA

No aniversário de 48 anos da Embraer, pilotos que faziam um voo teste nos Estados Unidos fizeram uma homenagem traçando no céu a logom...